Mesmo com novo aterro sanitário, DF ainda não recicla o lixo corretamente

Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press

Brasília ainda não dispõe de tratamento de lixo para vidros, passados 24 anos da criação da Lei Distrital nº 462, que dispõe sobre a reciclagem de resíduos sólidos no Distrito Federal. O não aproveitamento é, na verdade, um desperdício. O país perde R$ 8 bilhões por ano por enterrar o lixo que pode ser reaproveitado. Se o Distrito Federal reciclasse a metade dos resíduos que produz, poderia gerar 60 mil empregos diretos, 100 mil indiretos e uma receita de R$ 250 milhões por ano, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), da Universidade de Brasília (UnB) e da Central das Cooperativas do DF (Centcoop).

Brasília ainda não dispõe de tratamento de lixo para vidros, passados 24 anos da criação da Lei Distrital nº 462, que dispõe sobre a reciclagem de resíduos sólidos no Distrito Federal. O não aproveitamento é, na verdade, um desperdício. O país perde R$ 8 bilhões por ano por enterrar o lixo que pode ser reaproveitado. Se o Distrito Federal reciclasse a metade dos resíduos que produz, poderia gerar 60 mil empregos diretos, 100 mil indiretos e uma receita de R$ 250 milhões por ano, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), da Universidade de Brasília (UnB) e da Central das Cooperativas do DF (Centcoop).

Fonte: Correio Brasiliense
Share:

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Postagens mais visitadas

ARTIGOS MAIS LIDOS

Popular Posts