Vinícius recorreu de sentença do Tribunal do Júri de Brasília, que o pronunciou por homicídio quadruplamente qualificado, por motivo fútil, meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio; além de ocultação de cadáver. No entanto, ainda não há data para o julgamento.
Louise foi morta com requintes de crueldade em 10 de março de 2016 por rejeitar reatar um relacionamento com Vinícius.
Como foi o crime
Segundo o depoimento de Vinícius na DRS, ele se encontrou com a vítima em um laboratório da UnB na quinta-feira e disse que se mataria, mas Louise deu um abraço no rapaz para confortá-lo. Naquele momento, ele teve um ataque de fúria. Com o braço esquerdo, imobilizou a garota. Com o direito, abriu o vidro de clorofórmio, embebedou um pano e a fez desmaiar. Em seguida, jogou 200ml do produto na boca dela antes de a amarrar sentada em uma cadeira.
Em seguida, pegou o carro dela e foi dar uma volta. Doze minutos depois, segundo o próprio relato, voltou para o laboratório. Louise já estava morta.
Logo depois, Vinícius prendeu os braços e as pernas de Louise, colocou o corpo dela em um carrinho e seguiu até o carro da jovem. O corpo foi colocado no assoalho do banco traseiro do veículo. O universitário dirigiu até um matagal, em uma área de cerrado entre o Minas Tênis Clube e o Crespom, próximo à UnB, onde deixou a vítima. Ele ainda jogou álcool sobre o corpo e ateou fogo. O jovem foi preso na manhã do dia seguinte ao crime.
A 1ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) negou recurso de Vinícius Neres Ribeiro, assassino confesso da estudante Louise Ribeiro. Dessa forma, o rapaz será julgado por júri popular. Louise, morta em março de 2016, aos 20 anos, foi asfixiada no laboratório de biologia da Universidade de Brasília (UnB).
Fonte:Metropole






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