O Tribunal do Júri de Taguatinga começou a ouvir ontem as testemunhas do julgamento do ex-dono da Gol, Nenê Constantino. O empresário é acusado de mandar matar o líder comunitário Márcio Leonardo de Sousa Brito, de 27 anos, que ocupava um terreno dele. Constantino responde por homicídio qualificado, com pena prevista de 12 a 30 anos de prisão.
Segundo a denúncia do Ministério Público, Nenê Constantino afirmava que "se os moradores não saíssem por bem, sairiam de qualquer maneira", e que "eles mesmos faziam sua lei". O MP classifica o crime como ocasionado por motivo torpe. O homicídio foi cometido em 2001.
Genro
Em 2015, em outro caso, Nenê foi absolvido da acusação de tentativa de homicídio duplamente qualificado contra o ex-genro Eduardo Queiroz Alves.
Fonte:Destak






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